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Alimentação do cão resgatado

Publicado em 29 de Jul de 2015 por Rebecca Nogueira Comentar

Saiba como deve ser a alimentação de um pet que foi resgatado

Texto Bárbara O. Roxo | Adaptação Rebecca Nogueira Cesar

Cachorro resgatado alimentação

Após serem resgatados, os animais precisam de uma boa alimentação

Foto: Freeimages

A pediatra Jessica Pastana tem quatro peludos que foram adotados em ONGs e sabe bem como uma alimentação adequada é importante para o peludo recém-chegado.

O mais novo, Whisky, tem 10 meses e acaba de entrar para a família. Para ofertar o melhor tipo de alimento, Jessica contou com o auxílio de um veterinário, que a orientou a dar uma ração superpremium para filhotes.

Em poucas semanas, Whisky ganhou peso. “Ele chegou magro e, com a ração indicada, engordou para ficar saudável”, conta. Oferecer um alimento de qualidade e na quantidade certa para um cão que acaba de ser adotado ou resgatado das ruas é essencial para garantir a sua saúde.

Como aponta Leonardo Boscoli Lara, professor de produção e nutrição de animais carnívoros e silvestres da UFMG, antes de chegar aos novos donos, o cão na maioria das vezes passa por situações que podem comprometer o seu estado nutricional, deixando-o fraco, excessivamente magro e até predisposto a doenças devido à baixa imunidade.

“Antes de ser resgatado, o cão que vivia nas ruas passou por dificuldades para se alimentar. Já nos abrigos é comum que os animais recebam rações mais baratas para que todos os cães do local possam ser alimentados. Assim, ele normalmente passa por um período se alimentando no limite mínimo para sua sobrevivência”, afirma. Portanto, ao chegar ao novo lar, o mascote precisa receber o melhor alimento possível (como as rações superpremium) no mínimo por três meses a fim de se assegurar que ele saia do estado de subnutrição inicial.

Os animais adotados das ruas ou de abrigos precisam de uma dieta especial assim que chegam à nova casa.

Revista Meu Pet | Ed. 34

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