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Curiosidades sobre ter um cavalo-marinho

Publicado em 20 de Mar de 2016 por Luana Zanolini Comentar

Veja os cuidados necessários para ter um cavalo-marinho em casa

Texto Stefanie Rigamonti | Adaptação Luana Zanolini | Foto FreeImages.com/ Richard McMillan | Thumb Shutterstock 

Curiosidades sobre ter um cavalo-marinho

Os cachorros e gatos são preferência quando se trata de animais de estimação, principalmente por conta da intensa interação com seus tutores. Contudo, há uma categoria de pet que não envolve nem pelos nem grandes interações: os peixes

Entre esses animais há um que chama atenção de muita gente, o cavalo-marinho

Veja como cuidar de um!

Cuidados

Aqui no Brasil, quem tem intenção de criá-los só precisa adquirir de criador autorizado pelo Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (IBAMA). 

“Esses animais não costumam ficar em ambientes com forte circulação de água, que é o caso dos aquários com corais e muitos peixes. Além disso, são mais lentos para comer e, quando há mais bichos no aquário, eles não conseguem se alimentar adequadamente”, afirma o cientista biológico Felipe P. A. Cohen, doutorando da UNESP e pesquisador do cultivo de cavalos-marinhos em tanques-rede, em Cananéia (SP). Para atender às necessidades desses animais, o aquário deve conter pelo menos 100 litros de água, com no mínimo 50 cm de altura. 

Alimentação

Eles se alimentam de forma inusitada, usando o seu focinho longo e fino para sucção. São carnívoros, mas não têm estômago, por isso precisam se alimentar várias vezes ao dia. A maioria só come pequenos crustáceos vivos (anfípodes, misidáceos, camarões e paguros). Porém, no mercado brasileiro, o único alimento vivo que se tem é a artêmia, que não é nutricionalmente adequada.

Reprodução

Outro aspecto que merece cautela é a reprodução. Saudáveis, eles procriam constantemente, originando entre 200 e 500 filhotes por vez. O cultivo é complicado e ainda requer muitos estudos, por isso é importante evitar comprar casais. “Vale ressaltar que eles não podem ser devolvidos ao meio natural”, finaliza.

 

 

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