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Tudo o que você precisa saber sobre corujas

Publicado em 21 de Jan de 2016 por Victoria Ragazzi Comentar

A ave de rapina pode ser criada como animal de estimação, mas exige cuidados especiais. Confira!

Texto: Bruna Gonçalves | Adaptação: Victoria Ragazzi | 

CRIAÇÃO IDEAL:
O recomendação é que o dono tenha um local espaçoso com poleiro adequado para a coruja passar o dia, área para tomar sol e banho, além de um viveiro escuro e protegido para dormir. “Para ter uma ave, é necessário dedicação. Isso porque ela deve voar diariamente para se manter ativa e saudável. Por isso, o dono deve providenciar que ela aprenda técnicas de falcoaria”, explica o biólogo e ornitólogo Willian Menq.

As corujas podem sim ficar soltas – desde que com supervisão –, uma vez que faz parte de seu comportamento permanecer boa parte do tempo empoleirada. “Teoricamente, não é preciso treinar as corujas. Mas o treino é importante para o desenvolvimento em vários aspectos, como caça e exercícios de voo”, completa Bijeni.


(Foto: Reprodução)

APTIDÃO E TEMPERAMENTO:
As corujas podem ter contato com jovens e crianças desde que tenham um temperamento tranquilo, o que, de acordo com Bijeni, varia muito entre as espécies e conforme a criação do animal. Portanto, é essencial incentivar o temperamento dócil, com carinho e proximidade, além de treinamento.

Entre as características das corujas, de fato, emitem diversos sons para se comunicar, sons esses que com o tempo os criadores conseguem entender. Possuem hábitos solitários e noturnos, por isso seus olhos são extremamente sensíveis e capazes de enxergar com pouca iluminação. A audição também é apurada. As penas são macias e seu bater de asas não causa ruídos. 

DE OLHO NA ALIMENTAÇÃO:
A coruja pertence ao grupo das aves de rapina – termo que designa as espécies carnívoras e com habilidades de caça. Na natureza, em geral, os exemplares brasileiros se alimentam de pequenos roedores, aves e invertebrados. Em cativeiro não deve ser diferente, mas com alguns cuidados a mais: “Um suplemento alimentar pode ser útil. Essas aves não necessitam apenas de carne, mas também de cálcio. Sem o nutriente, podem ficar fracas e ir a óbito”, alerta Menq.


(Foto: Reprodução)

De fato, o problema de saúde que mais acomete esses animais é a deficiência nutricional. Por isso, é preciso oferecer alimentos frescos adequados e ter controle dos horários da alimentação. Mas sempre com o cuidado de não exagerar, para não criar sobrepeso. Por fim, não deixe de buscar orientação de um veterinário da área para não colocar em risco a saúde do bicho. 

Revista Meu Pet | Edição 22.
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