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Ana Paula Padrão conta tudo sobre suas felinas

Publicado em 19 de Sep de 2017 por Victoria Bassi Comentar

A apresentadora do Masterchef Brasil está sempre na ótima companhia das bigodudas Sofia Loren e Claudia Cardinale

  • Ana adotou as duas gatas, que são irmãs, porque queria que uma fizesse companhia à outra!

  • Sofia Loren e Cláudia Cardinale vivem há 11 anos com a jornalista, que conta que é só chegar em casa que elas correm para ficar a sua volta

Texto Luciana Faria | Fotos Alan Teixeira | Adaptação web Victoria Bassi


Assim que entra em casa, a jornalista Ana Paula Padrão é muito bem recebida pelas exóticas Sofia Loren e Claudia Cardinale. “Sossô” e “Claudinha” é como, carinhosamente, ela chama as peludas, que possuem não só nomes de estrelas do cinema italiano, mas se portam com muita classe e simpatia: de focinho achatado e olhos bem amarelos, as irmãs da mesma ninhada caminham com elegância pelo apartamento da tutora e se aproximam aos poucos dos convidados – uma cheiradinha aqui, outra ali e, pronto, logo vem uma lambida. Só não se engane: quando elas se cansam (repare na inquietação em algumas fotos), acabam indo se esconder embaixo da mesa, mas nada que os chamados carinhosos de Ana não resolvam.

GATEIRA DE CARTEIRINHA

A apresentadora dos talents shows de culinária MasterChef Brasil e MasterChef Júnior e Profissionais vive há 11 anos com as mascotes e tem afeição pelos felinos há tempos: quando tinha 16 anos, a gata Sofia, uma vira-lata, apareceu na porta da sua casa. “Ela foi o meu primeiro pet. Era uma gata magrela e malhada, muito charmosa.” Aliás, foi em homenagem a ela que Ana batizou Sofia Loren. “Acabei repetindo o nome, mas com sobrenome dessa vez! Ela e a irmã Claudia Cardinale são minhas italianinhas”, brinca.

Desde então, a jornalista só foi tutora de bichanos – e a paixão por eles não é à toa. “Muita gente acha que gatos não gostam dos donos, mas da casa. Acho que isso é mais uma lenda em torno dos felinos. Nunca tive um gato que não gostasse de andar atrás de mim, que não dormisse ao meu lado quando estou vendo um filme, que não agradecesse e retribuísse um carinho”, afirma orgulhosa.

Ela ainda destaca a independência dos bigodudos como um ponto positivo em tê-los como mascotes, considerando a sua rotina agitada e o fato de morar em um apartamento. “Quando viajo, posso deixar minhas gatas sozinhas por uns dois ou três dias, com comida à vontade e água corrente, que elas ficam bem.”

DONA EXEMPLAR

Outra característica que Ana adora nas peludas é a obediência. “Não sou uma tutora molenga, não! As minhas gatas me obedecem. Quando as mando para as cestas para dormir, elas atendem ao meu pedido. Não arranham sofás nem tapetes e nunca fazem as necessidades fora da areia”, revela.

MELHORES AMIGAS

Mesmo com experiência somente com felinos, a jornalista acredita que qualquer bicho de estimação é um benefício para quem trabalha muito e sente falta de uma companhia carinhosa. “Os pets despertam a sensação de qu etemos que voltar para casa porque alguém está esperando por nós.”

Revista Meu Pet Ed.39

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