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Conheça a cachorra Minki, uma Lulu da Pomerânia que adora viajar

Publicado em 28 de Jun de 2016 por Luana Zanolini Comentar

A cachorra Minki adora viajar e acompanha sua dona em todos os lugares. Conheça um pouco mais sobre a Lulu da Pomerânia mais viajante de todas!

Texto Tamara Ribeiro | Adaptação Luana Zanolini | Fotos Arquivo pessoal/ Divulgação/ Reprodução

Conheça a cachorra Minki, uma Lulu da Pomerânia que adora viajar

Cada vez mais os pets são companhias indispensáveis na hora de pegar a estrada ou cruzar os céus. Prova disso é a pequena Minki, uma Lulu da Pomerânia (ou Spitz Alemão) de 5 anos de idade que adora viajar!

Minki nasceu em São Paulo-SP e morou comigo na Espanha, onde visitou várias regiões. Já conheceu Portugal, cidades do sul do Brasil, do litoral paulista e o Rio de Janeiro-RJ. Sua primeira viagem foi com apenas 3 meses, e ela já andou de avião, carro e trem. É uma parceira, então não tem como não amá-la e tratá-la com carinho”, conta a jornalista Maíra Assmann, de Santa Cruz do Sul-RS.

De acordo com Larissa Rios, da Turismo 4 Patas, que promove atividades de lazer para os pets e seus donos, “o animal deve saber os comandos básicos de obediência para que o dono tenha um controle mínimo sobre ele. Algumas aulas de adestramento podem ajudar. Assim como os humanos, os bichos também precisam ser preparados para o convívio em sociedade”.

Cheia de personalidade, Minki tem uma bagagem que segue à risca as recomendações da especialista. Na lista, acessórios como boné, óculos de sol, sapatos, capa de chuva, perfume e talco dão ainda mais charme à viajante de quatro patas. “Levo potes de ração seca e molhada, garrafa de água, bolsa de passeio para quando chegarmos ao destino, cobertor e remédio para o estômago”, lista Maíra.

A pequena ama todas as viagens que faz com sua tutora

Segundo Larissa, ainda é essencial estar atento ao horário, para evitar trânsito e calor, o que pode estressar o bicho. “Se o animal não estiver na caixa, coloque um cinto de segurança adequado e nunca o deixe solto no carro”, salienta a especialista. Programar paradas para que o mascote possa fazer suas necessidades fisiológicas, se hidratar e esticar as patinhas a cada três horas também é o recomendado.

E se o medo de levar o pet nos passeios é em relação à receptividade das pessoas, a jornalista dá uma prova de que os pets são turistas muito bem-vindos: “Fui para Gramado com a família na Páscoa e procuramos um hotel que aceitasse cachorros. Minki ganhou do hotel um ovo de Páscoa, uma sacola cheia de amostras de ração e um cartão de boas-vindas”, recorda ela, que, quando por algum motivo não pode levar a cachorra no passeio, não deixa nunca de trazer um mimo ou souvenir para Minki.

 

Revista Meu Pet | Ed.18

 

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