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Maximus: o sobrevivente brincalhão

Publicado em 28 de Dec de 2017 por Victoria Bassi Comentar

Conheça a história do animalzinho que foi resgatado das ruas em estado terminal e superou o abandono, maus-tratos, doenças e cirurgias!

Texto Rogério Vaquero | Foto Divulgação | Adaptação web Isis Fonseca

Maximus

Numa tarde de calor escaldante de janeiro, em Florianópolis (SC), um cãozinho de porte médio vagava quase sem vida pelas ruas da cidade, perambulando entre os carros que passavam rápido alheios à sua presença.

No seu olho direito, exibia uma repugnante ferida, enorme, aberta, infestada de bichos. Seus pelos originalmente brancos aparentavam a coloração cinza- escuro, de tanta sujeira acumulada.

Entre os pelos e a pele, centenas de pulgas e carrapatos disputavam algum espaço que ainda não estivesse ocupado em seu corpo fragilizado. Quando, enfim, conseguiu chegar em uma calçada, em frente a uma loja, o cãozinho se deitou. Não tinha mais forças para nada.

Um lojista decidiu, então, pedir socorro para o animal. “Minutos depois ele foi retirado daquela via movimentada, praticamente em estado terminal”, explica Fabiana Bast , da Diretoria de Bem-Estar Animal da Prefeitura de Florianópolis (Dibea).

A luta pela vida

Até aquele momento em que foi acolhido, era impossível saber se haveria um final feliz para essa história, com uma comovente trajetória de superação.

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Poderia ser também que o cão não tivesse esse destino e virasse apenas mais uma vítima de abandono, agressão nas ruas, doença e um fim de vida inaceitável, apesar de ainda comum. Mas, por sorte, Maximus foi valente.

“As primeiras 24 horas dele depois de sair da rua foram muito delicadas. O Maximus estava magro, cambaleante, sem força e equilíbrio, com hipotermia e desidratação”, explica Fabiana, acrescentando que as larvas (conhecidas popularmente como bicheiras) comiam o seu olho e se alastravam por todo o rosto.

De acordo com Fabiana, para que sobrevivesse, ele recebeu atendimento emergencial com soro para hidratação, retirada das larvas e limpeza dos ferimentos. Em seguida, tomou medicamentos específicos para controlar a infecção e os parasitas. Diariamente, era feita limpeza na ferida ocular.

“Após um mês de lenta recuperação para ganho de peso, foi feita a primeira cirurgia de limpeza mais profunda do olho”, relembra Fabiana.

Depois de cirurgias e aproximadamente 4 meses de tratamento, Maximus lutou e conseguiu melhorar, superando todas as suas dificuldades!

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